sábado, 2 de março de 2013

Capitulo 31



                                                         Max’s Pov

Acordei com o meu celular tocando por causa do despertador, eu e a Megan iriamos cedo para o aeroporto, íamos passar a lua de mel no hawaii já que eu tinha conseguido tirar uma semana de férias . Me levantei calmamente e desliguei o alarme, fui até o banheiro fiz a minha higiene pessoal e depois me troquei, deixei a Megan dormindo e desci para a cozinha, tomei um café rápido e depois preparei um para ela.

Subi as escadas calmamente com a bandeja na mão, por sorte ninguém acordou para encher o saco ou me atrapalhar. Abri a porta devagar e entrei, Megan ainda esta dormindo, deixei tudo sobre o fim da cama e me sentei ao lado dela. Comecei a mexer em seu cabelo e a acariciar o seu rosto, lembranças da noite passada era o que não faltavam, e a cada vez mais um sorriso bobo estapava o meu rosto.

- Acorda amor. – aproximei meu rosto do dela e lhe dei um selinho.

- Hum bom dia amor. - ela se espreguiçou.

- Tenho uma surpresa pra você. – sorri e puxei a bandeja colocando na frente dela.

- Sério que você trouxe o café da manhã pra mim? - ela sorria.

- Uhum! Minha esposa merece. – sorri largamente.

- Eu não sei nem o que dizer. - ela beijou minha bochecha. - obrigado meu amor.

- Por nada. – dei um beijo em sua bochecha também. – preparada para viagem?

- Sim! Estou muito ansiosa.

- Eu também. – sorri. – sua mala já esta pronta né? Não esqueceu nada?

- Acho que não esqueci... - ela coçou a cabeça. - ela já ta pronta.

- Ok então. Nossos documentos estão na sua bolsa, a minha mala também esta pronto, é acho que ta tudo certo.

- Você está ancioso por isso não é? - ela me olhou sugestivamente.

- Um pouco... – me sentei na cama. – ta bom, muito.

- E posso saber porque está tão ancioso por essa viagem? É só mais uma meu amor. - ela me abraçou.

- Bem... agora estamos casados. – sorri largamente. – vamos viajar sozinhos, e ainda para lua de mel.

- É, vendo por esse lado, agora eu também estou nervosa.

- Vamos tentar ficar calmos... o voo sai as dez horas e agora são sete. – olhei para o relógio. – caramba acordei cedo.

- E me acordou também.

- Se quiser dormir novamente, não tem problema, eu termino de verificar tudo. – sorri.

- Não, eu tenho que me levantar. - ela saiu da cama. - aliás, também tenho que checar tudo antes de irmos.

- Eu já estou pronto. – me ajeitei na cama e liguei a TV.

- Já? Uau, está com vontade mesmo de ir. - ela gargalhou.

- É estou...

- Então fica ai que eu vou me ajeitar. - ela correu para o banheiro.

- Vai logo. – gritei.

Continuei vendo televisão, mas eu não estava prestando tanta atenção assim, já que a minha cabeça estava completamente virada para a viagem, as única coisa que estava me distraindo era ver a Megan correndo pra lá e pra cá no quarto de roupa íntima, sorri com aquela cena e olhei para a minha aliança. Quem diria que eu iria me casar, e ainda tão cedo?! Mas tudo o que importava era que eu estava com ela, e isso bastava pra mim.

- Megan, a gente tem que ver a nossa casa. – falei.

- Exatamente. - ela colocou a cabeça na porta do banheiro.

- Pede pra Roxy olhar algumas casas enquanto estamos fora.

- Vou ver se ela levanta o traseiro preguiçoso dela da cadeira e olha. - ela gritou.

- Ah ela vai adorar ver isso. – sorri. – ela ficou toda animada já com o casamento, imagina com isso.

- É, acho que ela vai gostar de escolher a casa, e talvez decorá-la sei lá. - ela se sentou na cama.

- Então a gente conversa com ela e com o resto do pessoal, ai enquanto as meninas decoram, os meninos levam os móveis. – sorri.

- Não me faça imaginar os meninos levando os móveis. - ela caiu na cama gargalhando.

- O Nathan ia cair só de levar uma cadeira. – gargalhei alto.

- Verdade! O Tom seria outro que não conseguia. - ela gargalhou mais ainda.

- É mais fácil as meninas carregarem do que eles.

- Coitadas vão ter que levar peso.

- Do jeito que esses meninos são moles...

- Ainda bem que você é forte. - ela entortou o braço pra mostrar os músculos.

- Eu tenho que ser forte pra te proteger né. – mostrei a língua.

- Aww é sim. - ela me abraçou pela cintura.

- Vai terminar de se arrumar, a gente tem que chegar antes.

- Tudo bem. - ela mordeu meu braço e correu para o guarda roupa.

Enquanto ela terminava de se arrumar, eu fui levando as malas para sala, ajeitei-as perto do sofá e depois voltei para o quarto, Megan estava no banheiro, provavelmente terminando de arrumar o cabelo ou algo do tipo. Olhei ao redor do quarto para ver se não estava esquecendo nada, definitivamente tudo estava guardado em seus devidos lugares. Peguei meu celular e minha carteira e guardei dentro do bolso da calça, peguei o meu moletom e o meu óculos e me sentei na cama esperando a Megan sair.

- Estou pronta. - ela saiu do banheiro.

- Então vamos nessa. – sorri. – pega um óculos e um moletom também.

- Tudo bem. - ela foi ao guarda roupa e pegou as coisas.

- Vamos!! – sorri e puxei-a.

Descemos as escadas e pegamos as nossas malas. Não demorou muito e já estávamos no táxi em direção ao aeroporto, por sorte não tinha muito transito, então não demoramos a chegar. Coloquei meu óculos e a toca do moletom, e sai do carro, peguei as malas enquanto Megan pagava o taxista. Assim que entramos, fui fazer o check-in, demorou um pouquinho já que algumas pessoas que estavam ali perto acabaram me reconhecendo, mas nada que atrapalhasse a gente.

Peguei as passagens e puxei a Megan até a sala de embarque, por nossas malas não serem muito grandes, não precisaram ser despachadas. Esperamos alguns minutos até que a mulher anunciou o nosso voo, pegamos nossas coisas e entramos no avião, coloquei as malas nos compartimentos e nos ajeitamos nos nossos assentos. Peguei o ipod e comecei a ouvir musica, a viagem seria longa então nada melhor do que ouvir um pouco de musica.

                                  Jay's Pov

Acordei umas 9:00 hrs, com a intenção de ir a casa de Tess fazer uma surpresa. Me arrumei e desci as escadas, resolvi não tomar café pois queria chegar logo. Todos na casa ainda dormiam, ressacados da festa, provavelmente Max e Megan já deveriam ter ido para a lua de mel. Sai de casa e peguei o carro, dirigi pelas ruas de londres naquela manhã de domingo, depois de vários minutos, estacionei o carro e desliguei o motor, encarando a casa ao lado. 

Desci do carro e caminhei até a porta, toquei a campainha e começei a procurar meu celular, provavelmente eu o tinha deixado no carro, quando ouvi a porta a minha frente se abrir. Olhei e vi a mãe de Tess, uma senhora de aparentemente 40 anos, bem jovem para a sua idade, mas não chega a ser como Rose, ela tinha os traços de Tess, com os seus olhos bastante brincalhões.

- Bom dia dona Anne. – cumprimentei.

- Já falei que dona não Jay, apenas Anne. – ela sorriu. – vamos entre.

- Obrigado. - sorri e entrei na casa. Era bem aconchegante e em cima do móvel ao lado do sofá tinha várias fotos das meninas, de Tess e Lia juntas e outras separadas, fiquei as observando de longe quando Anne chamou minha atenção.

- Vamos lá para a cozinha. – ela sorriu. – a Tess ainda esta dormindo.

- Dormindo? Ela deve estar muito cansada. - caminhamos para a cozinha e me sentei nos bancos que tinham ao redor do balcão do local.

- Do jeito que ela chegou ontem, ela caiu na cama. – Anne gargalhou.

- Mas ontem foi bem puxado, para todos. – sorri.

- Eu imagino, ainda mais para vocês que tiveram que ajudar e fazer tudo rápido. – Anne começou a ajeitar a mesa.

- Verdade, foi uma correria para tudo, até nos ajeitar estava um pouco difícil. - sorri para ela.

- Até que vocês fizeram um bom trabalho, estava tudo muito bonito. – ela sorriu. – aceita café?

- Eu vou aceitar, não tomei café. - sorri envergonhado.

- Pode se senta que daqui a pouco esta na mesa. – Anne colocou as canecas sobre a mesma. – se quise comer alguma coisa, pode pegar, você deve estar com fome.

- Não quero incomodar. - falei me sentando.

- Ah você não incomoda Jay, pode ficar tranquilo.

- Desculpa ter vindo aqui de manhã cedo, pensei que ja estavam todos acordados. - coçei os cabelos.

- A Lia foi na casa de uma amiga, só a Tess mesmo que é preguiçosa.

- Lia é bem hiperativa não é?!

- Muito, aquela menina não para, ainda mais quando vê vocês. Você tem que ver o quarto dela.

- Eu adoraria. – sorri. - se não for incomodo, claro.

- Primeiro você vai comer. – Anne colocou tudo sobre a mesa e se sentou.

- MAAAAE VOCÊ VIU MEU CELULAR? O JAY FICOU DE... – Tess entrou na cozinha apenas de pijama.

- Oi. - acenei para ela que me encarou espantada.

- Er... oi. – Tess ficou corada. – alguém me explica o que ta acontecendo?

- Ah filha,  o Jay veio aqui te ver, mas você ainda estava dormindo então a gente estava conversando sobre você e a Lia. – Anne sorriu.

- Soube de cada coisa sua. - menti sorrindo.

- Mãe o que você falou pra ele? – Tess estava completamente vermelha.

- Nada demais filha, só sobre quando você caiu da árvore, quando você foi no festival com o Dan... – Anne entrou na brincadeira.

- Dan? – a olhei sugestivamente.

- Ah então ele não sabe da história do Dan. – Tess riu e se sentou ao meu lado.

- Ei! Eu quero saber. – sorri.

- Não é nada demais. – Tess continuou rindo.

- Melhor você não saber Jay. – Anne sorriu.

- Ok, eu fico sem saber. - sorri de volta.

- Depois ela te conta, da ultima vez que eu ouvi essa história... – Anne gargalhou.

- Mas, então Jay o que veio fazer aqui? – Tess me encarou.

- Fazer uma supresa, mas acho que vim cedo demais.

- Talvez um pouquinho.

- Tess eu vou o mercado e já volto. – Anne se levantou.

- Ok mãe!

- Tchau Jay! – Ela me deu um beijo na minha testa e na de Tess e saiu.

- Sua mãe é uma pessoa maravilhosa. - coloquei um pedaço de bolo na boca. - e cozinha muito bem.

- Ela é meio louca, mas eu a amo. – Tess sorriu largamente.

- Você tem pra quem puxar... adorei a sogrinha. - sorri para ela.

- Sogrinha hum?

- Sim! – tomei o café.

- Então... eu também tenho que conhecer a minha.

- Um dia, quem sabe... agora acho melhor você tomar café da manhã.

- Eu só tomo leite de manhã. – Tess soriu.

- Só toma leite? É um baby - a abracei forte.

- Haha gracinha. – ela mostrou a língua.

- Sou mesmo. - fiz cara de criança.

- Essa carinha não vale, é jogo baixo. – Tess apertou minha bochecha.

- Essa roupinha não vale também. - puxei a alça da roupa dela, sorrindo.

- Só por que ela é curtinha? – ela gargalhou alto. – que safado você Jay.

- Assustada com esse meu lado? – gargalhei.

- Pra falar a vedade... não, eu sabia que você era assim. – Tess sorriu fraco. – a Lia vê muitos vídeos de vocês, sabia? Principalmente de festas...

- Sério? Ela não viu nenhum, digamos... comprometedor?! - sorri fraco.

- Jay ela já viu todos os vídeos possíveis, até os comprometedores.

- E ela ainda nos ama? - gargalhei alto.

- Uhum! – Tess sorriu.

- Ufa! – suspirei.

- Pelo visto, os vídeos são bem comprometedores.

- Não assiste Tess, muitos são montagens. - beijei o seu rosto.

- Da menina enroscando as pernas no seu quadril também é? – Tess tomou seu leite.

- Aquilo... aquilo foi uma recaída. - fiquei envergonhado.

- Uhum sei... - ela conteve um sorriso.

- Não gosto de lembrar um pouco daquilo. - sorri sem graça.

- Por que não? Você era... é solteiro, beija quem quiser ué. – Tess sorriu.

- Mas quero esquecer desse passado quando estou ao seu lado. - tomei mais um gole do meu café.

- Bom saber. – Tess sorriu largamente e cortou um pedaço de bolo. Continuamos a tomar o café tranquilamente, sem darmos uma unica palavra, apenas mantendo o contato visual. As vezes nos encarando tanto que esqueciamos de comer.

- Bem... eu tenho que trocar de roupa ainda. – Tess sorriu fraco.

- Assim está tão bem. - sorri malicioso.

- Ta espertinho hoje eim?! – ela mordeu o lábio inferior.

- Você me deixou assim. – pisquei.

- Olha eu desperto o lado malicioso de James Mcguiness. – Tess gargalhou alto.

- Claro Tess, você está assim, vestidamente sexy. – sorri.

- Jay isso é um pijama de ursinho.

- Continua sexy. - terminei o café.

- Só você mesmo pra falar uma coisa dessas. – Tess se levantou e deixou as canecas na pia.

- Você bem que gosta não é? - me levantei e a abraçei por trás.

- Um pouco...

- Fala a verdade. - beijei o seu pescoço.

- E me entregar facilmente? Acho que não. – Tess riu.

- Gosto desse seu jeito de menina má. - sorri em seu pescoço.

- Eu sei, por isso sou assim. – ela se virou de frente para mim.

- Então você só é má comigo?

- Acho que sim...

- Não acredito. - fingi indignação.

- Ah cala a boca. – Tess sorriu e bateu de leve no meu peitoral.

- Vem calar. – sorri.

- Nossa Jay, que jeito mais barato de pedir um beijo. – ela gargalhou alto.

- Tudo bem... - respirei fundo e me afastei.

- Ei ei, onde você vai jovem?

- Me sentar ué. - a olhei como se fosse óbvio.

- Ta bom. – Tess deu de ombros e saiu da cozinha.

- E você vai aonde? - me levantei e a segui.

- Trocar de roupa?!

- Posso ir também? – sorri.

- Se você quiser... eu vou me trocar no banheiro mesmo.

- Ah... tudo bem. - falei desanimado.

- Vamos logo. – Tess me puxou. Caminhamos para o quarto dela, ela entrou no banheiro e me sentei na cama dela,  o quarto era bem ajeitado, todo branco.

- Sorte que o quarto não esta tão bagunçado. – Tess saiu do banheiro de shorts jeans e uma regata branca.

- Mais bagunçado que o meu? Impossível. – sorri.

- Ah eu gosto do seu quarto, ele não é bagunçado. Só é... diferente.

- Bagunçado, admita. – sorri.

- Larga de ser chato. – Tess sorriu e jogou o pijama dela na minha cara.

- Bem cheiroso. - senti o cheiro do seu perfume na roupa.

- Obrigada! – ela sorriu sem graça e se sentou ao meu lado.

- Então...

- Ta afim de fazer o que? Sei lá a gente podia dar uma volta de bicicleta, ou se não ir ao parque, cinema, ou ficar em casa mongando também, é divertido e... – Tess disparou a falar.

- Acho que mongando está bom... se estiver ao seu lado. – sorri.

- Quanto amor... – Tess riu e me abraçou de lado.

- Por você sempre. - a abracei de volta.

- Se a Lia estivesse aqui, ela já estaria tendo um treco. – Tess entrelaçou nossas mãos e começou a acaricia-la.

- Por que? – sorri.

- Ah sei lá, você todo fofo, romântico, não sei. – ela corou.

- Mas eu sou assim. – sorri. - principalmente com quem eu gosto. - toquei seu rosto.

- Então o James Mcguiness malicioso é só fachada? – Tess sorriu.

- Não! Tenho meus momentos. – pisquei.

- Hum entendi. – Tess mordeu o lábio inferior.

- Não faz isso. – pedi.

- Hum? Por que?

- Se você não  quiser ver o meu lado malicioso, não faz isso. – sorri.

- E quem disse que eu não quero ver?! – ela sussurrou perto do meu ouvido.

- Não me provoque. – sussurrei.

- E porque não? – Tess começou a trilhar beijos no meu pescoço.

- Você que pediu. - agarrei seus braços e a coloquei sentada em meu colo, a beijando com vontade e puxando e mordendo o seu lábio, sorri para ela.

- Deveria ter te provocado antes. – ela sugou o meu lábio inferior e sorriu. – mas, você sabe que a gente não pode fazer nada aqui, certo?

- Eu sei... infelizmente eu sei. - sorri desapontado.

- Ei... vamos ter mais chances. – Tess sorriu.

- Tudo bem. - a beijei mais calmamente dessa vez.

Ficamos ali no quartos por meia hora até que ouvimos a porta no andar de baixo ser aberta. Era a mãe da Tess, fiquei mais um pouco e logo me despedi, dando um selinho em Tess e indo para casa, descançar um pouco.

                                     Tom’s Pov

Eu estava deitado no sofá da sala apenas esperando a Claire chegar com os nossos lanches do Mac. Não me xinguem, a gente tirou no par ou impar quem iria comprar e ela perdeu, para a minha sorte. Assim que ouvi o barulho da porta sendo aberta, me sentei e a vi entrando com dois pacotes.

- Pegou o lanche certo? – perguntei rindo.

- Claro Tom. - ela bufou.

- Ah Claire não fica brava.

- Não Tom? Você me fez sair para comprar lanche e ainda exige? - ela jogou as sacolas em mim.

- Ei, foi justo. A gente tirou no par ou ímpar, ta que eu devia ter ido, mas quando estou com fome eu fico nervoso e sem paciência.

- É? Pois agora quem está sem paciencia sou eu. - ela saiu caminhando com raiva para as escadas.

- Para com isso Claire! – subi atrás dela.

- Não Tom! Volta lá para o seu sofá e seu lanche... ou é capaz de eu não ter pegado o certo.

- Eu perguntei brincando se você não percebeu.

- Não, não percebi. Tom estou com dor de cabeça agora. - ela me encarou.

- Deixa que eu pego o remédio. – caminhamos até o meu quarto sem falar nada, entrei no banheiro e peguei o comprimido, como eu sempre deixava uma garrafa de água no criado mudo, Claire conseguiu toma-lo.

- Obrigado! - ela se deitou na cama.

- Não foi nada. – falei meio ríspido. Liguei a televisão para ela ficar assistindo, joguei um cobertor na cama e caminhei até a porta. – precisa de mais alguma coisa?

- Não. – ela virou o rosto.

Sai e bati a porta do quarto, voltei para a sala e peguei o meu lanche, por sorte ela não tinha errado. Estava passando dexter então eu me tranquilizei um pouco, assim que terminei de comer a minha batata ouvi um grito do andar de cima, que no caso vinha do meu quarto. Subi as escadas correndo e assim que abri a porta me deparei com a Claire sentada de costas.

- O que aconteceu? – perguntei ofegante.

- O que é isso? - ela se virou com uma caixinha de veludo na mão.

- Bem... – baguncei um pouco o cabelo. – era para ser supresa.

- I-isso é para mim? - ela sorria.

- Er... já que você descobriu tudo né. – me agachei em sua frente e peguei a caixinha. – você aceita namorar comigo?

- Eu.. eu... é claro que eu aceito. - ela me abraçou.

- Você acabou com a minha surpresa. – sorri colocando o anel e logo em seguida beijei o topo da sua mão.

- Eu estava com raiva de você Tom. - ela beijou meu rosto.

- E agora não esta mais?

- Não... não depois do que você me deu. - ela sorria olhando o anel.

- Bom saber... – sorri e me sentei ao seu lado. – passou a dor de cabeça?

- Depois do rémedio, passou sim.

- Me desculpe não ter ido comprar o lanche, não foi muito cavalheiro da minha parte. – sorri fraco.

- Não foi mesmo. – ela sorriu.

- Mas deixa isso pra lá.

- É, agora você é meu namorado. - ela sorriu.

- Sim eu sou. – sorri vitorioso. – e você é minha.

- Isso foi lindo da sua parte. - ela me abraçou.

- Eu sou lindo... aliás, nós somos. – beijei sua bochecha.

- Somos um casal perfeito.

- Somos mesmo. – sorri.

- Então?

- Ta faltando uma coisa. – falei.

- O que? - ela me encarou.

- Isso. – puxei o seu rosto e seleis nossos lábios em um beijo calmo.

- Também estava sentindo falta. - ela sorriu entre o beijo.

- Nosso primeiro beijo como namorados. – comecei a rir. – ta, isso soou gay.

- Bem gay Tom, mas de você eu não espero mais nada. - ela gargalhou.

- Espero que isso tenha sido em um bom sentido. – arqueei a sobrancelha.

- Interprete. – ela me olhou.

- Eu sempre te surpreendo e você adora. – beijei o seu pescoço.

- Eu sei... - ela agarrou meus cabelos com força.

- Vamos espalhar a noticia? – sorri.

- Vamos sim! - ela sorriu. - mas a verdade é que praticamente eramos namorados, só não tinhamos oficializados.

Saímos do quarto rapidamente e descemos as escadas, ninguém se encontrava na sala e a casa estav silenciosa, provavelmente todos tinha saído ou estavam em seus quartos descançando. Puxei a Claire e ficamos deitados no sofá vendo um filme.

                                     Megan’s Pov

O Hawaii era realmente paradisíaco, tinhamos chegado naquele mesmo dia, deixamos as malas no hotel, trocamos de roupas e fomos logo para a praia em frente ao local. Realmente tudo era maravilhoso, as pessoas eram muito acolhedoras ali, as praias muitas rodeadas de vulcões inativos e as ondas enormes que se quebravam e chegavam aos nossos pés. O clima de paz e sossego era o que reinava ali, sorri para Max e logo procurei uma cadeira para me sentar, retirei as roupas e fiquei de biquini para pegar um sol, já que estava ótimo aquele dia, enquanto fechei os olhos a fim de pegar um bronzeado, algo bloqueou o sol.

- Já vai chover? - abri os olhos e vi Max parado ao meu lado.

- Vamos entrar? – Max pediu apontando para o mar.

- Tem certeza Max? Olha o tamanho das ondas. - olhei para o Mar e confesso que fiquei com medo.

- A vamos Megan, você sabe que eu te protejo.

- Dois baixinhos dentro do mar, vamos nos afogar. – gargalhei.

- Haha gracinha.

- Mas se você quiser ir, pode ir. - o incentivei.

- Ah não amor, nós estamos em lua de mel. Vamos aproveitar juntos. – Max sorriu.

- Então senta aqui. - me afastei na cadeira. - não quero ficar viuva tão cedo mesmo.

- Vamos Meg, depois a gente toma sol. – Max implorou e eu balancei a cabeça negativamente. – também não reclama se vim um monte de mulher atrás de mim. – Max bufou e correu em direção ao mar.

- Nãaaaaao! Não me traia na lua de mel. - me levantei e corri atrás dele, mas parei assim que olhei as ondas.

- Vem logo amor. – Max me chamou.

- Eu to com medo Max. - me abracei olhando ainda as ondas.

- Já que não vem por bem... – Max veio até mim e me pegou no colo.

- MAAAAAX EU NÃO QUERO! AAAAAAAH - começei a balançar as pernas e sorrir enquanto ele me carregava para dentro do mar.

- Fecha a boca se não vai engolir água. – Max riu e mergulhou ainda me segurando.

- Você é louco! - bati em seu peitoral.

- Por você baixinha. – ele me deu um selinho rápido.

- É louco de verdade. – sorri. - quer nos matar.

- Estou apenas aproveitando o nosso tempo juntos.

- E isso aqui é maravilhoso. - coloquei minhas mãos em seu pescoço.

- É perfeito. – Max aproximou nossos rostos e selou nossos lábios, o beijo era calmo e intenso.

- Perfeito igual a você. - sussurrei entre o beijo.

- E maravilhoso, lindo, inigualável igual a você. – ele mordeu meu lábio inferior.

- Agora fiquei sem palavras pra te chamar. – sorri.

- Não precisa falar nada, vamos só aproveitar. – Max acariciou minha bochecha.

- Sério, eu tenho a sorte grande de ter você. - minha voz falhou mas me concentrei nele e em não chorar.

- Nada de chorar. – Max sorriu. – quero ver você sorrindo.

- Mas quero chorar pela felicidade Max, eu estou tão feliz que mal cabe dentro de mim. - estava gesticulando muito, sinal que estava prestes a desabar em choro.

- Vem cá baixinha. – ele me abraçou forte e passou a mexer no meu cabelo.

Enquanto estavamos ali, no nosso momento, sentimos uma pancada forte nos atingir, fomos atingidos por uma onda . Enquanto eramos arrastados, me soltei de Max, e quando aquela confusão de água toda passou por nós,subi a superficie, retirando os cabelos do rosto.

- Eu... to bem! - falei para ele que nadou até mim.

- Tem certeza? – Max segurava o riso.

- Sim, só engoli água. - sorri terminando de retirar os cabelos do rosto.

- Quer ir beber ou comer alguma coisa?

- Pode ser. – sorri o abraçando.

Comemos no restaurante do hotel, as comidas típicas da região eram ótimas. Ficamos por ali, passeando um pouco pelas ruas do local até que resolvemos subir para o quarto. Entrei no local e fui logo para o banheiro, tomar um banho para retirar o sal da praia, depois foi a vez de Max. Quando ele saiu do banheiro, eu estava deitada na cama, assistindo a programação local.

- Aloha! - falei sorrindo para ele.

- Aloha! – Max fez uma dancinha estranha.

- E essa dancinha? – gargalhei.

- Era pra te ver sorrindo. – ele foi em direção a sua mala.

- Conseguiu. - me levantei na cama e começei a cantarolar, pulando nela no mesmo ritmo.

- Ta bem animada eim! – Max vestiu sua bermuda.

- Claro amor, to no Hawaii. – sorri.

- Só por isso? – Max perguntou indignado.

- Por estar aqui com você, agora casados. - sentei na cama e o puxei pela camisa.

- Huum agora melhorou. – Max sorriu malicioso.

- Melhorou foi? - sussurrei perto dele.

- Muito. – ele mordeu o lábio inferior.

- Agora esta esperto não é? - beijei a ponta de seu queixo.

- Eu sempre estou esperto. – Max apertou minha cintura.

- Gostei disso. - sorri, depois dando leves beijos em seu pescoço.

- E eu adorei. – puxou a minha perna e colou junto ao seu quadril.

- Você não vale. - coloquei a mão por dentro de sua blusa.

- Por que não. – Max apertou a minha coxa fazendo-me gemer baixo.

- Você gosta de tudo. - sussurrei e mordi o lóbulo da sua orelha.

- Tudo que vem de você. – Max puxou meu rosto e selou nossos lábios. Puxei-o pela camiseta fazendo-o cair sobre mim, fomos nos arrastando até nos acomodarmos na cama, o beijo era lento e completamente intenso e quente. Max puxou as minhas prnas se encaixando entre elas, soltei um gemido baixo e Max sorriu malicioso.

Passei as mãos por baixo de sua camisa e comecei a arranha-lo sem me importar se estava o machucando. Max rapidamente se afastou de mim e retirou a camiseta, mordi o lábio inferior ao ve-lo daquele jeito, acho que nunca me acostumaria a ver Max daquele jeito. Avancei contra o seu pescoço e comecei a morde-lo e a chupa-lo, Max apertava a minha cintura com força e pressionava o seu corpo contra o meu, fazendo-me arfar.

Na hora que Max ia levar as mãos até a minha camiseta, fui mais rápida e a retirei para não lhe dar trabalho. Eu estava vestindo uma das minhas Victoria Secret’s e Max pareceu aprovar por que ficou me encarando por um bom momento com um sorriso maroto.

- Lingerie bonita. – ele sussurrou e logo avançou em meus lábios sem me dar chace alguma de responder. Passei as mãos por seu pescoço e o puxei, acabando com o mínimo de espaço possível, senti Max descer as mãos pelo meu corpo e deposita-las sobre o botão do meu shorts, abrindo-o facilmente.

Empurrei-o com os pés até não senti-lo mais em meu corpo, Max avançou em meu pescoço e começou a beija-lo calmamente enquanto eu acariciava as suas costas. Trilhou beijos até o meu colo e começou a depositar selinhos por toda a sua extensão, levei as mãos até a sua bermuda e comecei a empurra-la para baixo. Não tive muita dificuldade em fazer isso já que a mesma estava um pouco larga. Max usava uma boxer preta e não pude deixar de reparar em sua ereção por baixo da mesma, não podia negar que ele estava bem animado com tudo aquilo.

Suas mãos foram em direção as minhas costas procurando pelo fecho do sutiã que não foi tão difícil de se achar, abriu-o e o senti cair pelos meus braços. Max sem delicadeza alguma puxou-os e jogou em alguns canto do quarto me fazendo balançar a cabeça em negação, ta que estávamos em um momento bem quente, mas aquele lingerie não tinha sido nem um pouco barata para ficar perdida por ai.

Max avançou contra os meus seios e começou a chupa-los com força, meu gemidos já estavam ficando um pouco mais frequentes mesmo sem penetração alguma eu já estava indo ao delírio. Comecei a arranhar suas costas de acordo com as caricias que ele fazia, seti-o descer as mãos pelo meu quadril até alcançar a minha calcinha, assim como foi com o meu sutiã, retirou-a e jogou em um canto qualquer. Quando eu ia levar as mãos até a sua boxer, Max me penetrou com o dedo, soltei um gemido um pouco alto demais e arquei as minhas costas em sinal de puro prazer.

Max começou a movimentar rápido enquando eu me contorcia na cama, fechei os olhos afim de aproveitar cada senssão nova que ele estava me propondo. Max me penetrou com mais um dedo e diminuiu o ritmo, quase parando. Gemi em reprovação e pude ouvir um risinho baixo, puxei o seu rosto e tentei beija-lo, mas eu já estava ofegante e a cada caricia que ele distribuía eu gemia.
Não demorou muito e senti meu corpo estremecer, tiha alcançado o meu primeiro orgamos aquela noite. Resolvi não esperar muito e troquei de posição com o Max, se ele tinha feito eu sentir prazer sem ao menos me penetrar, então eu também poderia fazer o mesmo com ele. Com o máximo de pressa possível, puxei a sua boxer para baixo. Me ajeitei sobre ele e direcionei uma das mãos até seu membro, comeci a movimentar precisamente minha mão sobre o mesmo. Max gemia cada vez mais alto, olhei-o rapidamente e ele estava de olhos fechados e mordia o lábio inferior. Diminui o ritmo dos movimento e comecei a beijar o seu pescoço, ele apertava a minha cintura cada vez mais forte, com certeza aquilo deixaria marcas.

Selei nossos lábios rapidamente e aumentei o ritmo fazendo o mais rápido que pude, Max partiu o beijo e voltou a gemer constantemente. Max relaxou o corpo e tentava controlar a respiração enquanto eu acariciava o seu peitoral, uma de suas mãos começaram a tatear algo pela cama e rapidamente puxou a sua calça retirando da mesma um preservativo. Rasgou o pacote sem qualquer delicadeza e me entrgou o mesmo, coloquei lentamente em seu membro apenas para provoca-lo.

Assim que já estava devidamente protegido, Max voltou a sua posição anterior e não esperou nem eu respirar e me penetrou com força, gemi alto. E ele recebeu aquilo como um incentivo por que cada vez ia mais rápido e forte, entrelacei as minhas pernas nas suas aumentando o contato entre nós dois. Não conseguimos manter os beijos já que nossos gemidos já eram extremamente constantes. Max começou a estocar lentamente depois de um tempo apenas para me torturar e estava conseguindo já que eu estava quase chegando ao meu ponto máximo de prazer, Max retirou seu membro por completo, e me penetrou novamente mais fundo e mais forte. Aquela tinha sido a gota d’agua arqueei as minhas costas e soltei um ultimo gemido, aproveitando o segundo orgamos daquela noite. Max não demorou muito e alcançou o seu, relaxou o seu corpo sobre o meu e afundou o rosto em meu pescoço. Passei a acariciar as suas costas enquanto ele ainda retoma-va o ritmo de sua respiração.

“Mais uma semana se passou, Megan e Max já tinham voltado para Londres e já tinham se acomodado na nova casa, definitivamente estava do jeito que eles queriam, Tom e Claire, conseguiram anuciar para todos o “começo” de seu relacionamento. Tess agora vivia na casa dos meninos e estava se dando muito bem com todos.”

                                     Roxy’s Pov

Estavamos todos no aeroporto apenas esperando a mulher confirmar o voo dos nossos pais, hoje eles voltariam para suas respectivas casas e levariam as minhas primas junto. Como eu já estava prevendo, eu teria que ficar sozinho no apê, o Nathan tinha prometido que iria aparecer lá sempre que pudesse, mas não seria a mesma coisa, não mesmo.

- Filha? FILHA?!! – meu pai gritou fazendo-me acordar do meu transe. – nosso voo foi confirmado.

- Mas já? – perguntei fazendo biquinho. Papai apenas me abraçou fortemente e me deu um beijo no rosto, tio August e tia Rose haviam feito a mesma coisa, enquanto as minhas primas eu apenas  tinha acenado de longe. Algumas lágrimas começaram a percorrer meu rosto assim como o de Megan que estava ao meu lado.

- É eles foram embora. – suspirei pesadamente.

- As coisas boas as vezes se vão. - Megan falou pensativa.

- A maioria das vezes você quer dizer. – passei a mão o rosto.

- Eles já embarcaram, então acho melhor a gente ir embora. – comentou Max

- É o melhor, vamos? - Nathan me abraçou por trás.

- Vamos né. – sorri fraco e caminhei na frente junto com a Megan, enquanto os meninos nos seguiam. Fomos direto para o estacionamento e entramos no carro, Nathan foi dirigindo enquanto Max ia ao seu lado. Não demorou muito e chegamos em frente a casa do casal de baixinhos.

- Vamos entrar? - Megan convidou.

- Pode ser outro dia? – perguntei.

- Por que? – Max sorriu.

- Daqui a pouco vai chover e também eu tenho que ajeitar o ape.

- Tem certeza? - Nathan me olhou.

- Uhum. – olhei para o outro lado.

- Então te levo em casa. - Nathan sacudiu as chaves do carro.

- Tchau Meg, tchau Max. – acenei.

- Tchau Roxy! – Max sorriu.

- Se cuida. - Megan deu tchau.

Assim que nos despedimos, entramos no carro para ir até o apartamento. Hoje o Nathan não poderia ficar por lá, ou seja, eu ia ficar sozinha, e o pior o céu estava nublado, com certeza iria chover. Me aconcheguei no banco e encostei a cabeça na janela do carro curtindo a musica calma que tocava.

- Desculpa por não poder ficar. - Nathan falou fazendo o retorno na rua.

- A culpa não é sua. – suspirei. – vocês tem um reunião logo cedo, não podem se atrasar.

- Tudo bem. - ele suspirou. - chegamos... e antes da chuva.

- Er... obrigada. – sorri fraco.

- De nada. - ele sorriu de lado.

- Tchau Nath. – dei um beijo rápido  em sua bochecha e abri a porta.

- Só isso? - ele me olhou triste.

- Quer mais o que? – sorri.

- Um beijo... decente. - ele sorriu fazendoo bico.

- Ta bom. – revirei os olhos e puxei seu rosto, selei nossos lábios em um beijo calmo e tranquilo. Nathan colocou a mão por baixo da minha camiseta e começou a apertar a minha cintura.

- Nathan... – mordi seu lábio inferior partindo o beijo. – tenho que ir.

- Mas já? - ele me olhou.

- Vai chover Nath, não quero que você volte com chuva, ainda mais se estiver forte.

- Tudo bem... você venceu. - ele sorriu.

- Tchau. – dei-lhe um ultimo selinho e sai do carro.

Entrei no prédio e peguei o elevador, não demorou muito e eu já estava jogada no sofá da sala assistindo televisão. Definitivamente eu nunca iria me acostumar com aquele silêncio. Suspirei pesado e peguei meu celular, liguei para todas as pessoas possíveis e ninguém me atendeu, provavelmente estava todos juntos assistindo um filme debaixo das cobertas, já que a chuva havia começado e estava forte.

- Mas que tédio. – me levantei e comecei a andar pela casa para achar algo pra fazer, mas que droga! Aquilo estava parado demais. Subi as escadas para o meu quarto e me joguei na cama, olhei para o lado e avistei a minha bateria, peguei as baquetas e comecei a tocar. Fiquei uns bons minutos ali apenas curtindo o barulho, até que um estrondo soou, ótimo! Agora tinha começado a trovejar, tudo o que eu queria. Me troquei e me deitei na cama, me enrolei debaixo das cobertas e fiz o possível para não ouvir o barulho dos trovões, acabei adormecendo.

...

Acordei com outro trovão, mas desta vez mais forte. Ta eu admito eu tenho um pouco de medo dessas coisas. Peguei meu celular sobre o criado mudo e ainda eram 23:00, resolvi tentar a falar com a Megan.

- Mas que merda por que você não atende? – gritei ao ouvir a mulher falando que deu na caixa de mensagens, tentei novamente e fiquei esperando-a atender.

- A... alô? - ouvi a voz de Megan um pouco longe.

- Até que enfim você atendeu. – suspirei.

- Oi Roxy, aconteceu algo?

- Essa chuva respondeu alguma coisa?

- Não acredito que você Roxy está com medo da chuva. - ouvi o sorriso de Max longe.

- Para Megan, você sabe que não gosto de trovões, e manda teu marido calar a boca. – murmurei.

- Então, qual o motivo da ligação? - ela perguntou.

- Não aguento essa casa tão quieta, fora que ficar sozinha é terrível. E ainda esses trovões não ajudam em nada.

- Quer que eu vá ai? - ela perguntou.

- Não precisa, aproveita a sua casa com o Max, eu vou tentar dormir.

- Você não vai ficar bem sozinha, eu posso ir ai se quiser.

- Megan é sério, eu não quero incomodar, além disso acho que a chuva já esta passando.

- Tudo bem, mas qualquer coisa que estiver precisando me liga, que o Max vai te buscar certo?

- Esta bem... obrigada Meg.

- De nada, me liga, sério.

- Ta bom mamãe. – comecei a rir. – vou tentar dormir, tchau.

- Tchau. - ela sorriu. - Tchau criança. - ouvi a voz de Max.

- Tchau careca. – gritei e pude ouvir Megan resmungando, mas antes que ela começasse a me xingar, desliguei o celular. Me ajeitei na cama novamente e peguei o meu ipod, a chuva já estava mais fraca e não trovejava mais, deixei no modo aleatório e fechei os olhos.
 
                                Nathan’s Pov

Aquele dia estava sendo muito corrido, mal saímos da rádio onde estavamos dando entrevista, já estavamos a caminho do escritório de nosso empresário mais uma vez. Entramos no grande edfício azul que ficava no centro de Londres, caminhamos até a sala de reuniões dele e ficamos esperando por alguns minutos até que ele chegou.

- Olá rapazes. - Scooter nos cumprimentou e se sentou em sua cadeira na ponta da mesa, acenamos com a cabeça para ele.

- Só assim, depois de uma entrevista, pra conseguir pegar vocês juntos, sem nenhum estar atrasado pra reunião. - ele lançou um olhar para mim, se lembrando das tantas vezes que eu cheguei atrasado. - bom, o assunto da nossa reunião é a turnê mundial e...
Scooter continuou falando e eu não dei mais atenção. estava preocupado com Roxy. Ela não estava atendendo o celular, sempre dava desligado ou chamava até cair na caixa postal. Depois de meia hora, dei atenção ao que Scooter falava assim que ele citou meu nome

- Nathan, Roxy vai nos acompanhar, certo? - ele me olhou.

- Acompanhar? Em que? - o encarei.

- Seu burro, na turnê, Nathan. - Siva me empurrou.

- Ah, claro, tudo bem, assim ela fica perto de mim. - sorri e os meninos começaram a zoar com a minha cara. Depois de muita conversa, fomos liberados, descemos até o hall do prédio e estavamos esperando a van quando tive uma idéia.

- Meninos,eu não vou com vocês. - me levantei.

- Vai aonde Nathan? - Jay perguntou.

- No apartamento da Roxy. Eu vou pegar um Táxi, vejo vocês depois. - sai correndo pela porta giratória, parei na rua e logo um táxi apareceu. Entrei e dei o local do mesmo, e em 10 minutos já estava parado em frente ao prédio dela, paguei o taxista e falei com o porteiro que já me conhecia. Subi até o apartamento e começei a tocar insistantemente na campainha.

- MAS QUE DROGA! PRA QUE O DESESPERO. – ouvi Roxy gritar irritada. – O QUE VOCÊ... oi Nath!

- Oi... você estava ocupada? - a olhei.

- Cozinhando. – Roxy sorriu fraco.

- Posso entrar? - dei um passo pra frente e segurei em sua cintura, a beijando levemente.

- Claro, entra ai.  – ela me deu passagem.

- Deve estar bom. - sorri entrando no apartamento e o cheiro da comida estava por toda parte.

- Deve não, esta bom. Foi eu que fiz.

- Eu quero provar. - caminhei até a cozinha e me sentei na mesa.

- Gosta de salmão grelhado? – Roxy entrou na cozinha.

- Se foi você que preparou, eu adoro. – sorri.

- Que amor. – ela riu, logo colocou os pratos na mesa junto com a coca.

- Então, a pouca conversa que eu ouvi hoje na reunião, eles estão dizendo que vai haver uma turnê. – falei.

- Começa quando?

- Não sei, ainda não tem data definida. - ela se virou de costas. - e... eles vão levar você  junto com a gente.

- Amor, eu sou a baterista. Eu iria de qualquer jeito.

- Mas que as vezes a gente levava o de reserva sabe? O baterista que o Scooter sempre contratava para esses tipos de shows, agora ele deixou levar a nossa própria banda.

- Ah entendo.  – Roxy se sentou ao meu lado.

- Vamos, deixa eu provar seu salmão. - estendi o prato.

- Acho bom você aprovar. – Roxy riu servindo o salmão para nós dois. Cortei um pedaço e coloquei na boca, sobre os olhares de Roxy. Começei a degustar vagarosamente.

- Realmente está ótimo. – sorri.

- E uma das minhas especialidades, tinha que estar bom.

Continuamos o almoço entre olhares lançados um pelo outro. Sim eu estava morrendo de saudades da minha louquinha, mesmo tendo visto ela ontem. Terminamos o almoço e ela se levantou, retirando os pratos e colocando-os na pia. Enquanto ela estava de costas, me levantei e a abracei por trás, jogando seu cabelo para o lado e depositando um beijo em seu pescoço.

- O que você tem? - a abracei mais forte.

- Nada Nath...

- Porque não quer me dizer?

- Ta bom... – ela se virou de frente pra mim. – o que você quer saber?
- Por que você esta triste.

- Ah Nathan, eu... não gosto de ficar sozinha, sei lá é ruim. Olha o silêncio que esta essa casa, fora que ontem eu quase não dormi direito.

- Porque não me ligou? Eu teria vindo para cá. - a repreendi.

- Eu liguei, liguei pra todo mundo. Mas ninguém atendeu, só a Megan conversou comigo depois.

- Não tinha chamadas no meu celular. - a abracei. - não se preocupa, você logo se acostuma.

- Vai ser meio complicado, isso aqui é muito triste.

- Mas você pode passar o dia na nossa casa, não acha? – sugeri.

- Não todo dia Nathan, eu não posso deixar isso aqui uma bagunça. Além disso vocês não vão parar em casa esses dias até resolver os negócios da turnê.

- Ah, eu não sei... eu juro que tento ajudar. – falei.

- Não precisa se preocupar, eu vou tentar me distrair. – Roxy suspirou.

- Vamos pra sala, eu vou fazer você se distrair. - pisquei prensando ela mais contra a pia.

- E o que você pretende? – Roxy acariciou a minha nuca.

- Não sei... quem sabe. - desci minhas mãos para debaixo de sua blusa.

- Na cozinha mesmo? – Roxy riu me puxando pelo cós da calça.

- Se quiser. - mordi sua orelha.

- A casa é só nossa agora, então...

- Vamos aproveitar. - tirei apressadamente a minha camisa.

- Isso tudo é pressa? – Roxy sorriu acariciando meu peitoral.

- Digamos que sim. - a agarrei pela cintura e a puxei para mim, colando nossos corpos.

- É pelo jeito, a reunião foi bem chatinha. – Roxy passou a beijar o meu pescoço.

- Digamos que eu nem prestei atenção na reunião. - avançei em seus lábios com intensidade e depois que ficamos sem ar, olhei para a sua blusa jogando um olhar de reprovação.

- Tem algo contra a minha blusa? – Roxy riu.

- Você ainda está com ela. – resmunguei.

- Ah isso não é problema. -  Roxy retirou a mesma.

Fiquei olhando seu tronco, agora descoberto pela blusa. Ela estava com um sutiã preto o que deixava visivelmente seus seios fartos. Agarrei Roxy pela cintura, fazendo ela prender as pernas ao redor do meu tronco, me virei e a coloquei sentada na mesa. Começei a beijar e lamber a sua barriga, e subindo lentamente até a extensão dos seus seios, olhei para ela e sorri.

- Para de enrolar. – Roxy pediu um pouco ofegante.

- Não, eu gosto de te ver assim. - sorri gentilmente e deslizei as alças de seu sutiã para baixo. Minhas mãos ávidas percorreram suas costas e abri a peça de roupa, fazendo ela cair no colo dela. Mordi o lábio de Roxy e coloquei levemente uma das mãos em seu seio, massageando, sorri para ela outra vez que me fitava.

- Você vai ficar soltando esses sorrisinhos maliciosos mesmo? – Roxy sussurrou e mordeu o lóbulo da minha orelha.

- Depende. - sussurrei arrastado e abocanhei o seio dela, ouvindo o seu gemido alto. Depois de alguns minutos, Roxy ja estava ofegante demais, puxando o meu cabelo fortemente. Me ajeitei e a empurrei com cuidado para que se deitasse na mesa.

- Aqui mesmo? – perguntei.

- Não vejo nenhum problema. – Roxy me puxou calmamente.

Puxei seu shorts de pano leve, mostrando sua calcinha. Retirei rapidamente meus tênis e calça, ficando apenas de Box tracei beijos pela sua perna, subindo vagarosamente. Coloquei minhas mãos em suas astes da peça e a deslizei pelas suas coxas, retirei a Box e puxei Roxy para a beirada da mesa,colocando suas pernas ao redor da minha cintura, roçando meu membro em sua intimidade. Quando avançei nos lábios de Roxy, ouvi o toque ensurdecedor do meu celular. Pela primeira vez, eu odiei ouvir End Of The Road do Boyz II Men, olhei para Roxy, que estava tentando recuperar o fôlego.

- Atendo... ou ignoro? - sussurrei sem ar.

- De quem... é o numero? – perguntou Roxy ofegante. Coloquei ela na mesa outra vez e olhei o celular.

- Nareesha. - falei estranhando.

- Atende... pode ser importante.

- Tudo bem. - vesti a box rapidamente e atendi o celular

- Nareesha? – falei.

- Nathan? Vem aqui pra casa, tenho uma noitcia para dar.

- Tem que ser agora? - olhei para a Roxy, vestida com minha camisa.

- Sim Nathan, agora.

- Hum, tudo bem. - respirei fundo. - daqui a 20 minutos estamos ai.

- Esta bem. – ela desligou.

- Roxy, mudanças de plano. - sorri e peguei a calça.

- O que aconteceu? – ela desceu da mesa e colocou sua calcinha.

- Naree pediu que fôssemos para a casa, agora. - vesti a camisa e passei a mão nos cabelos.

- Que linda acaba com a graça dos outros e não fala o que quer. – Roxy resmungou colocando sua camiseta e logo em seguida o shorts.

- É melhor nós irmos, antes que ela ligue de novo. – sorri.

- Ótimo, uma vez a Megan agora a Nareesha, ta faltando a Claire e a Tess. Quero só ver. – ela saiu da cozinha.

- Vamos amor, não  fica brava. Eu ainda tenho que me acalmar. - sorri colocando a mão na frente.

- Acho melhor você se acalmar logo então. – Roxy riu. – por que se não vão te encher de perguntas.

- Me dá agua gelada? - pedi me jogando no sofá.

- O certo seria você tomar um banho gelado né, mas devido as circunstâncias... – Roxy entrou na cozinha novamente enquanto eu a esperava sentado no sofá, logo ela apareceu com o copo em mãos. – Toma amor.

- Obrigado. - peguei o copo e bebi rapidamente. - então vamos?

- Vamos, antes que a Naree tenha um treco.

Terminamos de nos ajeitar e chamamos um táxi, descemos para a rua e logo estavamos a caminho da casa.  Paramos em frente, paguei o táxi e puxei Roxy para dentro da casa, onde todos estavam na sala, com expressões de curiosidade.

- O que houve? - perguntei me sentando e puxando Roxy.

- Ninguém sabe, a Nareesha e o Siva estavam esperando vocês. – Tom respondeu.

- Já estamos aqui. – falei.

- Demoraram eim. – Megan sorriu.

- Prefiro não comentar. – Roxy sorriu fraco e todos a encararam.

- Não me diga que... – Max riu.

- Cala a boca. – ela resmungou.

- Ta bom gente, chega. – Siva falou. – Naree você vai contar ou eu?

- Pode deixar que eu falo. – Nareesha sorriu.

- Vamos logo estou curiosa. - Claire falou.

- Bem gente... – Naree começou. – eu... eu estou grávida.

4 comentários:

  1. OMG!! Baby Seevesha <3 awn q amor!!
    Tdo lindo, capt. óóótimo, e o qse sexytime Noxy >>> ameiiii!! haha
    Tadinho deles e d mim q fikei qrendo mais hahaha
    Bjuuu

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  2. Tão fofo! *.*
    Preciso do proximo capitulo :P

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